O PROFESSOR NA ERA DA LOUSA DIGITAL

O quadro branco avançado leva em consideração exercícios cada vez mais exclusivos e intuitivos, mas ainda é visto com pavor pela maioria dos instrutores.

A utilização do quadro branco avançado é progressivamente básica em fundações instrutivas, tanto em escolas particulares quanto em escolas financiadas pelo governo em todo o país. Nessa situação, vemos instrutores que ficam cautelosos com essa nova inovação, os indivíduos que não precisam e não abandonam o velho giz e os que descobrem o quadro uma transformação extraordinária. De qualquer forma, o quadro branco informatizado é um ativo que pode mudar totalmente a maneira como você educa? lousa digital

Percebemos que jovens e jovens estão em contato consistente com PCs, tablets e supercelulares. Com a chance de a escola não ficar ciente da inovação, ela se torna desinteressante para esta nova era. Alguns educadores garantem que essa abordagem melhor para instruir pode ter mais efeito no estudo, que pode se tornar progressivamente participativo e atento às aulas. No momento em que o estudo é analisado com uma intuição mais proeminente, é problemático não precisar se interessar

As aulas se tornam cada vez mais poderosas com a mesma rapidez, capacitando o educador a transmitir conteúdo progressivamente. Seja como for, tornar as aulas mais rápidas e cada vez mais educadas pode ser um problema, e depende do educador verificar se os subestudos estão realmente aprendendo.

Demonstrou-se que o quadro branco informatizado é atraente para indivíduos com deficiências físicas, pois permite, por exemplo, que um subestudo possa tocar, brincar e pintar mesmo com a ação debilitada do motor, tendo em vista que o quadro de escrita é delicado para contato. O aluno que não tem aptidão para compor pode apenas tocar! Sem dúvida, é um avanço significativo para a consideração desses estudos.

Tente não parar agora … Há progressivamente após a promoção;)

O quadro traz um universo de resultados concebíveis, onde o educador pode fazer gráficos, reunir modelos, mostrar formas, apresentar figuras, clipes de filmes e narrativas, assim como atividades e jogos inteligentes. Seja como for, o educador está disposto a utilizá-lo?

Observados com essa nova inovação, muitos educadores não têm a menor idéia do que fazer. Como montar uma aula? Como fazer jogos intuitivos? A maioria não tem resposta a essas perguntas e acaba utilizando o registro progressivo quando uma informação “direta” aparece. Consequentemente, é fundamental que, antes de colocar recursos nesse ativo, a escola lembre-se de que deve fornecer aos instrutores uma aula instrutiva, pois exatamente nesse momento eles terão a opção de utilizá-lo adequadamente.

É igualmente imperativo destacar que os educadores devem estar abertos a novos avanços. Os quadros brancos não estão disponíveis para criar o trabalho dos instrutores, no entanto, para permitir que a classe seja progressivamente intuitiva e os sub-estudos cada vez mais participativos.

O educador deve lembrar que, durante toda a vida, estamos aprendendo e nossa condição está sempre mostrando sinais de mudança. Da mesma forma, devemos compreender que, em várias ocasiões, nossos estudos sabem muito sobre essas mudanças mecânicas e não há malícia em tolerar que eles saibam regularmente mais do que nós instrutores. Por que não permitir que eles também nos mostrem?